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sexta-feira, 10 de abril de 2009
Os cegos deveriam ser mudos
sábado, 28 de março de 2009
Foto: Melina - Flickr Honey Pie!
quinta-feira, 26 de março de 2009
do brasiliense
terça-feira, 17 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Só mais um. Apenas mais um.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Num dia desses...
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
"Nunca mais volta a dormir aquele que uma vez abriu os olhos”
Pé ante pé, foi dando passos em direção ao desconhecido. Dia após dia foi descobrindo um mundo novo a sua frente. Sabia, mas não entendia, que nada mais seria igual dali por diante. Era tudo novidade no seu mundo até então restrito.
Aquele universo se expandiu ao passo que o mundo dele também crescia. Um bifurcamento no seu caminho, daqueles que não há tempo de parar, pensar e decidir qual seguir. Foi coisa espontânea e imprevista. Quando se deu conta, já tinha mudado o trajeto.
Cores e sons cotidianos traduziram o que antes era dúvida. Nem tudo era novo, sua interpretação é que estava evoluindo. O ambiente sonhado, as circunstâncias perfeitas. Tudo agora era real.
A insegurança agora assombra aquele que não planeja, porém não chega a desmotivá-lo. A resposta para a pergunta que nunca fez está ali, na sua frente, como um glossário a auxiliar aquele que resenha um livro mesmo sem entendê-lo por completo. Relações profissionais, conversar informais, tudo era mais simples que imaginava.
Pra que continuar a ser aquele, se o novo é melhor pra mim? Porque se restringir se meu destino é ser um pouco de tudo?
Há de ser registrar, porém, que toda mudança requer uma fase de adaptação. Nem todos aceitam ou creditam confiança no novo. Principalmente se é, nas circunstâncias do novo, que se evolui.
Foto: Melina - Flickr Honey Pie!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Observações da morte: A menina que roubava livros
Lendo o livro A menina que roubava livros, esse trecho me chamou muito a atenção. Pareceu-me oportuno nesse 11 de setembro, 7 anos depois do famigerado atentado ao World Trade Center.
(...) às vezes a raça humana gosta de acelerar um pouquinho as coisas. Aumenta a produção de corpos e das almas que escapam. Umas tantas bombas costumam resolver a questão. Ou umas câmaras de gás, ou a conversinha de canhões distantes. Quando nada disso conclui os procedimentos, pelo menos despoja as pessoas de seus meios de subsistência, e passo a ver gente sem teto por toda parte(...) e há anos em que as almas e os corpos não se somam, multiplicam-se.
Dizem que a guerra é a melhor amiga da morte, mas devo oferecer-lhe um ponto de vista diferente a esse respeito. Para mim, a guerra é como aquele novo chefe que espera o impossível. Olha por cima do ombro da gente e repete sem parar a mesma coisa: "Apronte logo isso, apronte logo isso." E aí a gente aumenta o trabalho. Faz o que tem que ser feito. Mas o chefe não agradece. Pede mais.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Meu mundo é hoje - Paulinho da Viola
De certo que nossas experiências fazem o que somos hoje. Nos tornamos criação de nossa própria história.

